Quando uma viga e a laje a ela ligada trabalham de forma monolítica, parte da laje adjacente passa a colaborar com a viga na resistência à flexão, formando o que se chama de mesa colaborante. Esse trecho de laje aumenta a inércia efetiva da seção e, com isso, a rigidez da viga, reduzindo flechas e aproximando a análise do comportamento real da estrutura. Ignorar essa contribuição leva a um modelo mais conservador e menos fiel à obra. A NBR 6118 define os critérios para determinar a largura colaborante a ser considerada. No AltoQi Eberick, essa contribuição é incorporada à análise do modelo estrutural.
O Eberick permite considerar a contribuição da mesa colaborante das lajes na rigidez das vigas, conforme as prescrições da NBR 6118. Com essa consideração, a análise reflete o comportamento real da estrutura, gerando esforços e deslocamentos mais coerentes com o que acontece na obra.
Conforme a NBR 6118, a largura colaborante depende:
A mesa colaborante geralmente aumenta a inércia em vigas T (com laje em apenas um lado) e vigas L (com laje em ambos os lados), reduzindo flechas e melhorando o comportamento à flexão.
A consideração da mesa colaborante combina-se com:

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